“Que belo desafio
este de colocar uma cidade em perspectiva! Eis que emerge múltipla
e desafiadora de suas margens invisíveis a convocar nossas
atenções especializadas, a incitar artes interpretativas
as mais diversas e o desejo-capacidade de ver as coisas concatenadas
e solidárias, tal contas de um mesmo fio – passado,
futuro, local, mundial, identidade, alteridade, festas, sinas e
prognósticos – tudo isso em nome de éticas,
poéticas e utopias destiladas a partir do que se vive em
Salvador.”
LIMA, Paulo Costa. Quem faz Salvador. Salvador:
EDUFBA, 2001. p. 5.